Boa tarde!
A banda de hoje é uma daquelas que sempre ouvi muito falar. Principalmente quando comecei a me interessar com outros rumos do rock que não o hard rock. Comecei a flertar com o heavy metal com uma banda que considero até hoje como de "iniciação" no estilo: Metallica. Ela funciona como o Iron Maiden nesse sentido. Ou pelo funcionava em minha época de adolescente para fazer as pessoas procurarem ouvir rock e metal pesado.
Megadeth é uma banda diferente do Metallica por uma série de razões. É certo que a designação de trash metal que os une não é de toda errada; afinal, foram precursores do movimento. Se bem que, para mim, o legítimo trash metal é muito, mas muito mais sujo e distorcido que o destas duas bandas. Um grupo que faz o verdadeiro trash metal, na minha opinião, é o Tourniquet da qual eu certamente falarei quando for oportuno.
Contudo, o Megadeth é uma banda mais madura. A raiva e ira que perfila por suas canções e riffs é menos sem sentido e muito mais significativa. As letras tem uma crítica social, política, religiosa e individual muito mais evidente. Não em uma ou outra faixa, mas em todas elas. Até sinto vergonha de dizer que passei a ouvir (muito) um disco da banda há menos de dois meses. É uma banda que surpreendeu e superou todas as minahs expectativas.
Como dito, eu já ouvia falar muito dela antes de pegar para escutar. Fui retomar meu interesse por ela quando procurava alguma coisa do Narnia para escutar já que à época estava vidrado no Desert Land deles. Descobri que o vocalista deles (Dave Mustaine) que, junto com o baixista da banda (Dave Ellefson), é o único membro recorrente no grupo desde seu início. Eles já tiveram mais de vinte pessoas junto com eles.
Bom, Dave Mustaine foi demitido do Metallica por beber demais, usar drogas, ter comportamento violento e conflitos de personalidade. Ou seja, ele ficou puto quando James Hetfield (vocalista do Metallica) gritou e chutou seu cachorro por ele ter arranhado a pintura de seu carro; e por isso bateu nele e no baixista da banda (além de ter gritado com o baterista). Convenhamos, quem não faria o mesmo? Qual raiva foi a mais justa? Enfim, ao sair, ele queria ser mais pesado e mais rápido que sua banda anterior. e teve sucesos na empreitada. Não posso falar muito do período que foi dos anos 1980 até 2002 porque não ouvi nada desse período com a devida atenção. A banda terminou nesse ano porque Mustaine adquiriu um problema no nervo do braço esquerdo que o impedia até mesmo de fechar o punho. Com fisioterapia ele readquiriu os movimentos, mas foi obrigado a aprender tudo de novo com aquela mão. Queria gravar um disco solo, mas graças ao contrato com a gravadora teve que usar o nome Megadeth; só que sem o baixista que o acompanhou todo esse tempo por alardear que seu problema no braço era falso.
Seja como for, o que me fez ficar surpreso com relação a essa banda é a evidência de que Dave Mustaine, compositor das canções, convertou-se ao cristianismo. Eu não fazia mesmo a menor idéia disso e, ao contrário do que muitas pessoas fazem quando ouvem algo do tipo, não fugi da banda. Fiquei ainda mais interessado em conhecer seu trabalho. Por isso, adquiri o álbum United Abominations de 2007 logo depois de ver o videoclipe de uma música dele no YouTube; canção esta que é a que compartilho com vocês hoje.
Essa mudança aconteceu durante sua recuperação do problema em seu braço em que, contrariamente às expectativas dos médicos, recuperou-se muito depressa. Claro que não foi só da boca para fora; ele se recusou a participar de um show na Grécia em que uma banda chamada Rotting Christ. Como bons críticos de religião, eles falaram que sentiam pena de Mustaine e de sua mudança por aderir "à pior coisa a acontecer na história da humanidade" e que "não era mais livre". A resposta de Mustaine foi categórica: "Sim, eu disse que preferiria não tocar em shows com bandas satânicas. Isso não significa que não irei e não significa que não falaria com as bandas também... (...) Não é muito diferente de ficar longe de bebidas se você tomou a decisão de ser sóbrio." E acrescentou: " Se eu não sinto que é certo que eu faça algo, então eu respeitosamente recusaria. Eu não pediria a ninguém para ser tirado [da apresentação ou festival] se já estivessem confirmados... Eu tenho que me manter firme nas coisas em que creio, senão não seriam nem mesmo crença, seriam?".
É isso. E o álbum é sensacional. Tem até um dueto com a vocalista do Lacuna Coil (a faixa À Tout Le Monde). Espero que gostem tanto dessa faixa quanto eu. E que ouçam a música com atenção. Não esperava quando ouvi que a banda fosse tudo isso que se mostrou para mim. Se bem que acredito que muitos, ao chegarem lá pelo sexto parágrafo do meu texto deixarão de se importar muito com a banda.
Letra:
Hiding in any doorway, in any shadow
Any place where danger waits to kill my time
There is one who lies in wait, to seal your fate
As sure as you live and die
When you feel that something's wrong
I'll shelter you and keep you warm
I'll never let you walk alone
I loved you and you still hated me
I'm coming and it won't be long
Time to reap what I have sown
Never, ever let you walk alone
I know your enemy once was me
Solo - (por Drover)
Let me wrap my arms all around you
Suffer the trespasses that you've made
I will take your pain away, forever and a day
If you'd just call out my name - even whisper it
When you feel that something's wrong
I'll shelter you and keep you warm
I'll never let you walk alone
I loved you and you still hated me
I'm coming and it won't be long
Time to reap what I have sown
Never, ever let you walk alone
I know your enemy once was me
Solo - (por Drover)
Solo - (por Mustaine)
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Peter Schilling - Major Tom (Coming Home)
Boa noite!
Essa música é a que eu postaria ontem... Mas já os deixei na mão tantos dias (seguidos ou não) que pareceria um tolo se ficasse pedindo desculpas a cada vez que isso acontecesse. Por isso, ao invés de prometer que a cada dia postaria uma música diferente, estabeleço que postarei um total de 366 músicas de bandas diferentes, claro, como vim fazendo até então. Vamos ver se isso funciona. Demorarei mais de um ano para postar tudo, mas acho que consigo.
Bom, Peter Schilling é alemão e conseguiu notoriedade quando a música que compartilho aqui estourou no meio de tantos outros hits de synthpop do período. Apareceu no seu álbum Error in the System de 1983. Depois ele formou uma banda chamada Space Pilots, mas também terminou tendo feito sucesso somente no Japão.
Não conheço muito dele, mas admito que pesquisando sobre ele fiquei muito interessado em conhecer mais. Aparentemente, ele tem forte influência de ficção científica e temática espacial de modo geral. O que é certamente um diferencial. Se não na época, ao menos hoje em dia.
Escolhi a canção porque a ouvi no rádio esse dia e pesquisei o clipe que nunca tinha visto. Achei interessante, ainda que bem simples. A letra tem a ver com a temática ainda que seja igualmente sem floreios ou poesia profundas. De qualquer modo, espero que ela soe bem aos seus ouvidos.
Detalhe importante, essa é a versão em inglês da música. Mas a versão em alemão original é tão boa quanto. Recomendo que procurem. Só não a postei aqui porque é quase certo que a versão em inglês seja a que reconheçam melhor se já a ouviram.
Letra:
Standing there alone,
the ship is waiting.
All systems are go.
"Are you sure?"
Control is not convinced,
but the computer
has the evidence.
No need to abort.
The countdown starts.
Watching in a trance,
the crew is certain.
Nothing left to chance,
all is working.
Trying to relax
up in the capsule
"Send me up a drink."
jokes Major Tom.
The count goes on...
4, 3, 2, 1
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
calling, calling home...
Second stage is cut.
We're now in orbit.
Stabilizers up,
runnning perfect.
Starting to collect
requested data.
"What will it affect
when all is done?"
thinks Major Tom.
Back at ground control,
there is a problem.
"Go to rockets full."
Not responding.
"Hello Major Tom.
Are you receiving?
Turn the thrusters on.
We're standing by."
There's no reply.
4, 3, 2, 1
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
calling, calling home...
Across the stratosphere,
a final message:
"Give my wife my love."
Then nothing more.
Far beneath the ship,
the world is mourning.
They don't realize
he's alive.
No one understands,
but Major Tom sees.
"Now the light commands
this is my home,
I'm coming home."
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
coming home...
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
coming, coming
home...
home.....
Essa música é a que eu postaria ontem... Mas já os deixei na mão tantos dias (seguidos ou não) que pareceria um tolo se ficasse pedindo desculpas a cada vez que isso acontecesse. Por isso, ao invés de prometer que a cada dia postaria uma música diferente, estabeleço que postarei um total de 366 músicas de bandas diferentes, claro, como vim fazendo até então. Vamos ver se isso funciona. Demorarei mais de um ano para postar tudo, mas acho que consigo.
Bom, Peter Schilling é alemão e conseguiu notoriedade quando a música que compartilho aqui estourou no meio de tantos outros hits de synthpop do período. Apareceu no seu álbum Error in the System de 1983. Depois ele formou uma banda chamada Space Pilots, mas também terminou tendo feito sucesso somente no Japão.
Não conheço muito dele, mas admito que pesquisando sobre ele fiquei muito interessado em conhecer mais. Aparentemente, ele tem forte influência de ficção científica e temática espacial de modo geral. O que é certamente um diferencial. Se não na época, ao menos hoje em dia.
Escolhi a canção porque a ouvi no rádio esse dia e pesquisei o clipe que nunca tinha visto. Achei interessante, ainda que bem simples. A letra tem a ver com a temática ainda que seja igualmente sem floreios ou poesia profundas. De qualquer modo, espero que ela soe bem aos seus ouvidos.
Detalhe importante, essa é a versão em inglês da música. Mas a versão em alemão original é tão boa quanto. Recomendo que procurem. Só não a postei aqui porque é quase certo que a versão em inglês seja a que reconheçam melhor se já a ouviram.
Letra:
Standing there alone,
the ship is waiting.
All systems are go.
"Are you sure?"
Control is not convinced,
but the computer
has the evidence.
No need to abort.
The countdown starts.
Watching in a trance,
the crew is certain.
Nothing left to chance,
all is working.
Trying to relax
up in the capsule
"Send me up a drink."
jokes Major Tom.
The count goes on...
4, 3, 2, 1
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
calling, calling home...
Second stage is cut.
We're now in orbit.
Stabilizers up,
runnning perfect.
Starting to collect
requested data.
"What will it affect
when all is done?"
thinks Major Tom.
Back at ground control,
there is a problem.
"Go to rockets full."
Not responding.
"Hello Major Tom.
Are you receiving?
Turn the thrusters on.
We're standing by."
There's no reply.
4, 3, 2, 1
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
calling, calling home...
Across the stratosphere,
a final message:
"Give my wife my love."
Then nothing more.
Far beneath the ship,
the world is mourning.
They don't realize
he's alive.
No one understands,
but Major Tom sees.
"Now the light commands
this is my home,
I'm coming home."
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
coming home...
Earth below us
drifting, falling.
Floating weightless
coming, coming
home...
home.....
domingo, 24 de janeiro de 2010
Nena - 99 Luftbalons
Boa noite!
Bom, peço desculpas de novo por ontem. Pela correira em que estive metido, só lembrei de postar quando o dia já tinha terminado. E hoje também tive pouquíssimo tempo (agora é 23:50 e espero terminar e postar em menos de nove minutos!).
Por essa razão (e por gostar muito de flaar das bandas e músicas que mais gosto), escolhi uma outra da qual conheço muito pouco. Exceto talvez o fato da vocalista não depilar as axilas. A Nena fez um sucesso consideáravel o que a levou a gravar a música que escolhi também em inglês. Mas eu acho que em alemão soa muito melhor.
Infinitamente superior a muita música que surgiu no mesmo período (e até mesmo atuais). Muito agradável de se escutar; e fica muito bem na língia original. E ela canta muito bem; não só a voz dela é bonita como tem a ver com o estilo e tudo mais sem ficar criando peripécias vocais.
Há uma versão recente dessa canção (uma espécie de remake) que não é tão boa quanto a original. Mas tem a mesma pegada de rock pop; a diferença, é claro, reside na definição atual do que é popular. E nem tudo dessa safra é descartável. Mas como nesse caso é possível comparar não só a música, mas também as diferenças de instrumentos e a forma com que a mesma vocalista interpreta, pode ser interessante que ouçam ambas e tirem suas próprias conclusões. Até entenderão bem o que quero dizer. A música da Nena, se fosse lançada hoje (em 2002 para ser verdade) e não anos décadas atrás, talvez soasse desse jeito.
Infelizmente, não existe um vídeo sequer que essa música não tenha tido a incorporação desativada... Por essa razão, peço que cliquem no vídeo abaixo e sigam a instrução indicada.
Bom, peço desculpas de novo por ontem. Pela correira em que estive metido, só lembrei de postar quando o dia já tinha terminado. E hoje também tive pouquíssimo tempo (agora é 23:50 e espero terminar e postar em menos de nove minutos!).
Por essa razão (e por gostar muito de flaar das bandas e músicas que mais gosto), escolhi uma outra da qual conheço muito pouco. Exceto talvez o fato da vocalista não depilar as axilas. A Nena fez um sucesso consideáravel o que a levou a gravar a música que escolhi também em inglês. Mas eu acho que em alemão soa muito melhor.
Infinitamente superior a muita música que surgiu no mesmo período (e até mesmo atuais). Muito agradável de se escutar; e fica muito bem na língia original. E ela canta muito bem; não só a voz dela é bonita como tem a ver com o estilo e tudo mais sem ficar criando peripécias vocais.
Há uma versão recente dessa canção (uma espécie de remake) que não é tão boa quanto a original. Mas tem a mesma pegada de rock pop; a diferença, é claro, reside na definição atual do que é popular. E nem tudo dessa safra é descartável. Mas como nesse caso é possível comparar não só a música, mas também as diferenças de instrumentos e a forma com que a mesma vocalista interpreta, pode ser interessante que ouçam ambas e tirem suas próprias conclusões. Até entenderão bem o que quero dizer. A música da Nena, se fosse lançada hoje (em 2002 para ser verdade) e não anos décadas atrás, talvez soasse desse jeito.
Infelizmente, não existe um vídeo sequer que essa música não tenha tido a incorporação desativada... Por essa razão, peço que cliquem no vídeo abaixo e sigam a instrução indicada.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
The Bangles - Walk Like an Egyptian
Boa tarde!
A banda de hoje não é nenhuma muito especial. Estava hoje conversando com uma amiga e lembramos de como seria "andar como um egípcio". E, na mesma hora, ocorreu-nos a música do Bangles que se chama, justamente "Walk Like and Egyptian".
A band anão é lá aquelas coisas. E eu só conheço essa canção delas. Não façam, por favor, a relação de que toda banda só de mulheres é ruim. Esse é somente um dos diversos exemplos de bandas que estouraram com alguns hits e depois sumiram. A letra não é mesmo das melhores, mas ao menos não é xula como muitas bandinhas pop de hoje em dia.
O grupo terminou com diferenças pessoais entre os membros (para variar). Aparentemente o grupo se uniu novamente para gravar uma música para o filme Austin Powers e, desde então, tem se mantido mais ou menos unido e com disco para sair. Contudo, não sei muito mais da banda. Mas essa música ficou na minah cabeça o dia todo desde que comentei sobre ela. Ela realmente impregna. Quero compartilhar um pouco disso com vocês.
Letra:
All the old paintings on the tombs
They do the sand dance don't you know
If they move too quick (oh whey oh)
They're falling down like a domino
All the bazaar men by the Nile
They got the money on a bet
Gold crocodiles (oh whey oh)
They snap their teeth on your cigarette
Foreign types with the hookah pipes say
Ay oh whey oh, ay oh whey oh
Walk like an Egyptian
[The] Blonde waitresses take their trays
They spin around and they cross the floor
They've got the moves (oh whey oh)
You drop your drink then they bring you more
A banda de hoje não é nenhuma muito especial. Estava hoje conversando com uma amiga e lembramos de como seria "andar como um egípcio". E, na mesma hora, ocorreu-nos a música do Bangles que se chama, justamente "Walk Like and Egyptian".
A band anão é lá aquelas coisas. E eu só conheço essa canção delas. Não façam, por favor, a relação de que toda banda só de mulheres é ruim. Esse é somente um dos diversos exemplos de bandas que estouraram com alguns hits e depois sumiram. A letra não é mesmo das melhores, mas ao menos não é xula como muitas bandinhas pop de hoje em dia.
O grupo terminou com diferenças pessoais entre os membros (para variar). Aparentemente o grupo se uniu novamente para gravar uma música para o filme Austin Powers e, desde então, tem se mantido mais ou menos unido e com disco para sair. Contudo, não sei muito mais da banda. Mas essa música ficou na minah cabeça o dia todo desde que comentei sobre ela. Ela realmente impregna. Quero compartilhar um pouco disso com vocês.
Letra:
All the old paintings on the tombs
They do the sand dance don't you know
If they move too quick (oh whey oh)
They're falling down like a domino
All the bazaar men by the Nile
They got the money on a bet
Gold crocodiles (oh whey oh)
They snap their teeth on your cigarette
Foreign types with the hookah pipes say
Ay oh whey oh, ay oh whey oh
Walk like an Egyptian
[The] Blonde waitresses take their trays
They spin around and they cross the floor
They've got the moves (oh whey oh)
You drop your drink then they bring you more
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Joe Satriani - Summer Song
Boa noite!
Como devem saber, não sou guitarrista. E em geral, eu não curto muito trabalhos solos de tais instrumentistas. Principalmente daqueles que dão preferência à técnica e a mostrar que conseguem fazer algo excepcional do que necessariamente compor uma boa música. Exemplos disso? Steve Vai.
Joe Satriani, por outro lado, é um músico cujos trabalhos solo não me causam ojeriza. Adoro a pegada hard rock das canções dele. E, como falei, é um dos únicos guitarristas que curto escutar sem ser em uma banda mais ou menos igualitária de funções (ou seja, em que o foco seja a música e não as peripécias e habilidades de um de seus membros).
Espero que gostem. Escolhi uma das mais conhecidas dele para compartilhar (de um álbum que tem músicas selecionadas até pela Disney e para promover Power Rangers), mas espero que não se limitem ao álbum que a contém. Ao invés de permanecerem em 1993, recomendo que viajem até Surfing with the Alien de 1989 que é excepcional em sua totalidade. Mas Summer Song é um bom jeito de se iniciarem em sua discografia.
Como devem saber, não sou guitarrista. E em geral, eu não curto muito trabalhos solos de tais instrumentistas. Principalmente daqueles que dão preferência à técnica e a mostrar que conseguem fazer algo excepcional do que necessariamente compor uma boa música. Exemplos disso? Steve Vai.
Joe Satriani, por outro lado, é um músico cujos trabalhos solo não me causam ojeriza. Adoro a pegada hard rock das canções dele. E, como falei, é um dos únicos guitarristas que curto escutar sem ser em uma banda mais ou menos igualitária de funções (ou seja, em que o foco seja a música e não as peripécias e habilidades de um de seus membros).
Espero que gostem. Escolhi uma das mais conhecidas dele para compartilhar (de um álbum que tem músicas selecionadas até pela Disney e para promover Power Rangers), mas espero que não se limitem ao álbum que a contém. Ao invés de permanecerem em 1993, recomendo que viajem até Surfing with the Alien de 1989 que é excepcional em sua totalidade. Mas Summer Song é um bom jeito de se iniciarem em sua discografia.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Joy Division - Love Will Tear Us Apart
Boa noite!
Já falei aqui de Monaco, já falei de New Order, mas que tal comentar alguma coisa sobre a banda que deu origem a uma das melhores bandas dos anos 1980 e diversos projetos paralelos de seus integrantes?
Conheci Joy Division por acaso. Na época, nem fazia idéia da relação deles com o New Order. Lembro que assistia em casa um programa da MTV (eu era adolescente, fazer o quê) chamado Uá-uá (versão em português do famoso efeito de guitarra). Por alguma razão misteriosa, resolveram tocar uma música antiga e não as da modinha como e geral faziam.
Uma banda formada nos fins dos anos 1970 sob forte influência dos Sex Pistols não a tornou em um grupo punk. O que de melhor tiraram do movimento foi a noção de que um roqueiro não é um tipo de deus que deve ser adorado. como muitos conjuntos que surgiram no Reino Unido no período, são classificados como parte do pós-punk.
Com o suicídio do vocalista Ian Curtis pouco antes de iniciarem sua primeira turnê nos Estados Unidos apanhou de uma surpresa aguardada seus companheiros de banda. Foi algo tão óbvio e ao mesmo tempo tão subestimado que sentimentos ambíguos devem ter aflorado não só entre eles, mas com os que o conheciam.
Não posso dizer que sou grande conhecedor da banda. Além desta que escolhi (e que é de longe a mais conehcida deles), citaria mais duas que são legais também: Transmission e Isolation. O segundo álbum da banda (lançado após a morte do vocalista) possui mais uso de sintetizadores. O prolongamento disso no New order é muito claro se prestarem atenção. Principalmente nas fortes e marcantes frases de baixo.
Espero que a canção sirva para buscarem alguma coisa a mais do grupo. Vale a pena ser ouvido pela sua sonoridade única e bem diferente das bandas posteriores de seus integrantes. Além, é claro, de terem sido uma das primeiras bandas a apresentar um clima mais sombrio na execução de suas músicas. Diferente do Blue Öyster Cult que apresentava muito do terror e do gótico em suas letras belíssimas. Escolhi uma versão ao vivo porque a original está com a incorporação desativada; recomendo que a procurem e teçam suas próprias comparações. Eu particularmente gosto muito do clipe e de sua fotografia esquisita.
Letra:
When the routine bites hard
and ambitions are low
And the resentment rides high
but emotions won't grow
And we're changing our ways,
taking different roads
Then love, love will tear us apart again
Why is the bedroom so cold
Turned away on your side?
Is my timing that flawed,
our respect run so dry?
Yet there's still this appeal
That we've kept through our lives
Love, love will tear us apart again
Do you cry out in your sleep
All my failings exposed
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just can't function no more?
When love, love will tear us apart again
Já falei aqui de Monaco, já falei de New Order, mas que tal comentar alguma coisa sobre a banda que deu origem a uma das melhores bandas dos anos 1980 e diversos projetos paralelos de seus integrantes?
Conheci Joy Division por acaso. Na época, nem fazia idéia da relação deles com o New Order. Lembro que assistia em casa um programa da MTV (eu era adolescente, fazer o quê) chamado Uá-uá (versão em português do famoso efeito de guitarra). Por alguma razão misteriosa, resolveram tocar uma música antiga e não as da modinha como e geral faziam.
Uma banda formada nos fins dos anos 1970 sob forte influência dos Sex Pistols não a tornou em um grupo punk. O que de melhor tiraram do movimento foi a noção de que um roqueiro não é um tipo de deus que deve ser adorado. como muitos conjuntos que surgiram no Reino Unido no período, são classificados como parte do pós-punk.
Com o suicídio do vocalista Ian Curtis pouco antes de iniciarem sua primeira turnê nos Estados Unidos apanhou de uma surpresa aguardada seus companheiros de banda. Foi algo tão óbvio e ao mesmo tempo tão subestimado que sentimentos ambíguos devem ter aflorado não só entre eles, mas com os que o conheciam.
Não posso dizer que sou grande conhecedor da banda. Além desta que escolhi (e que é de longe a mais conehcida deles), citaria mais duas que são legais também: Transmission e Isolation. O segundo álbum da banda (lançado após a morte do vocalista) possui mais uso de sintetizadores. O prolongamento disso no New order é muito claro se prestarem atenção. Principalmente nas fortes e marcantes frases de baixo.
Espero que a canção sirva para buscarem alguma coisa a mais do grupo. Vale a pena ser ouvido pela sua sonoridade única e bem diferente das bandas posteriores de seus integrantes. Além, é claro, de terem sido uma das primeiras bandas a apresentar um clima mais sombrio na execução de suas músicas. Diferente do Blue Öyster Cult que apresentava muito do terror e do gótico em suas letras belíssimas. Escolhi uma versão ao vivo porque a original está com a incorporação desativada; recomendo que a procurem e teçam suas próprias comparações. Eu particularmente gosto muito do clipe e de sua fotografia esquisita.
Letra:
When the routine bites hard
and ambitions are low
And the resentment rides high
but emotions won't grow
And we're changing our ways,
taking different roads
Then love, love will tear us apart again
Why is the bedroom so cold
Turned away on your side?
Is my timing that flawed,
our respect run so dry?
Yet there's still this appeal
That we've kept through our lives
Love, love will tear us apart again
Do you cry out in your sleep
All my failings exposed
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just can't function no more?
When love, love will tear us apart again
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Van Halen - Right Now
Boa noite!
Apesar de hoje estar postando tarde, foi mais pela ausência de um teclado em casa do que por falta de oportunidade. Mas agora etsá tudo em ordem e talvez consiga escrever um pouco mais do que nos turbulentos dias anteriores.
Ou talvez não. Depende do referencial.
Bem, a banda escolhida é uma que atualmente eu mais admiro do que pego para ouvir para dizer a verdade. Van Halen foi uma das primeiras bandas de rock mais pesado que pude ouvir. Durante os anos 1990, poucas bandas de rock genuínas (como Oficina G3) me acompanharam. Mas no começo dos anos 2000, buscava outras coisas para escutar mais atentamente. E acabei me dedicando e curtindo muito mais o bom hard rock dos anos 1980. Nem tanto pelo glam de várias bandas do período e sim pela sonoridade que me interessava muito. Na mesma época, pude ouvir bastante Guns'n'Roses, Aerosmith e conheci uma das bandas que mais gosto hoje: Stryper.
Mas deixemos para falar dessas bandas em momento mais oportuno. Falemos da selecionada para hoje primeiro. A banda, cujo nome deriva do sobrenome do baterista e do guitarrista (únicos membros remanescentes), é bastante interessante. O primeiro disco que adquiri deles foi a primeira coletânea lançada que continha ainda algumas músicas inéditas. Humans Being, por exemplo, que foi parte da trilha do filme Twister. O disco contnha canções com o primeiro vocalista David Lee Roth e com o segundo, Sammy Hagar. Os estilos são um pouco diferentes, mas sempre perfilaram pelo bom pop rock. Isso é um tanto quanto evidenciado pelo excesso de composições com a palavra "love" em seus títulos. E são muitas mesmo.
Muitas das melhores músicas deles se tornaram conhecidas. Como Dreams, Panama, Jump e Can't Stop Loving You. Outras, que não tiveram tal reconhecimento também são bastante interessantes. Além do fato de alguns de seus discos serem muito bons do começo ao fim. Contudo, para pessoas que ainda não os conhecem muito bem, recomendaria que começassem com a mesma coletânea curta que eu adquiri (também pelas muito legais músicas inéditas); uma outra lançada posteriormente com dois discos tem outros clássicos deles que ficaram de fora, algumas versões ao vivo, mas talvez sejam músicas demais para se começar.
É isso. A música que escolhi é uma das que mais adoro deles. Tanto pela letra (que no caso deles é quase regra que boas músicas tenham letras meio ruinzinhas) como pelo clipe e a sonoridade da música. Apareceu no álbum deles chamado, singelamente, de F.U.C.K. (For Unlawful Carnal Knowledge). Foi a primeira que fiz questão de ouvir quando comprei o CD. E é uma das únicas que não me canso de escutar até hoje. O piano é sensacional.
Letra:
Don't wanna wait 'til tomorrow
Why put it off another day?
One by one, little problems
Build up, and stand in our way. Oh
One step ahead, one step behind it
Now ya gotta run to get even
Make future plans I'll dream about yesterday, hey!
Come on turn, turn this thing around
(Right now) Hey! It's your tomorrow
(Right now) Come on, it's everything
(Right now) Catch your magic moment
Do it right here and now
It means everything
Miss a beat, you lose a rhythm
An nothin' falls into place. No!
Only missed by a fraction
Slipped a little off your pace. Oh!
The more things you get, the more you want
Just trade in one for another
Workin' so hard to make it easy
Whoa, got to turn. Come on, turn this thing around
(Right now) Hey, it's your tomorrow
(Right now) Come on, it's everything
(Right now) catch that magic moment
Do it right here and now
It means everything
Said a lie to me
Right now
What are ya waitin' for? Oh! Yeah!
Right now
(Guitar Solo)
(Right now) Hey! It's your tomorrow
(Right now) Come on, it's everything
(Right now) Catch that magic moment
And do it right, right now (Right now)
Oh, right now!
It's what's happening
Right here and now
Right now, it's right now
Oh!
Tell me, what are ya waitin' for?
Turn this thing around
Apesar de hoje estar postando tarde, foi mais pela ausência de um teclado em casa do que por falta de oportunidade. Mas agora etsá tudo em ordem e talvez consiga escrever um pouco mais do que nos turbulentos dias anteriores.
Ou talvez não. Depende do referencial.
Bem, a banda escolhida é uma que atualmente eu mais admiro do que pego para ouvir para dizer a verdade. Van Halen foi uma das primeiras bandas de rock mais pesado que pude ouvir. Durante os anos 1990, poucas bandas de rock genuínas (como Oficina G3) me acompanharam. Mas no começo dos anos 2000, buscava outras coisas para escutar mais atentamente. E acabei me dedicando e curtindo muito mais o bom hard rock dos anos 1980. Nem tanto pelo glam de várias bandas do período e sim pela sonoridade que me interessava muito. Na mesma época, pude ouvir bastante Guns'n'Roses, Aerosmith e conheci uma das bandas que mais gosto hoje: Stryper.
Mas deixemos para falar dessas bandas em momento mais oportuno. Falemos da selecionada para hoje primeiro. A banda, cujo nome deriva do sobrenome do baterista e do guitarrista (únicos membros remanescentes), é bastante interessante. O primeiro disco que adquiri deles foi a primeira coletânea lançada que continha ainda algumas músicas inéditas. Humans Being, por exemplo, que foi parte da trilha do filme Twister. O disco contnha canções com o primeiro vocalista David Lee Roth e com o segundo, Sammy Hagar. Os estilos são um pouco diferentes, mas sempre perfilaram pelo bom pop rock. Isso é um tanto quanto evidenciado pelo excesso de composições com a palavra "love" em seus títulos. E são muitas mesmo.
Muitas das melhores músicas deles se tornaram conhecidas. Como Dreams, Panama, Jump e Can't Stop Loving You. Outras, que não tiveram tal reconhecimento também são bastante interessantes. Além do fato de alguns de seus discos serem muito bons do começo ao fim. Contudo, para pessoas que ainda não os conhecem muito bem, recomendaria que começassem com a mesma coletânea curta que eu adquiri (também pelas muito legais músicas inéditas); uma outra lançada posteriormente com dois discos tem outros clássicos deles que ficaram de fora, algumas versões ao vivo, mas talvez sejam músicas demais para se começar.
É isso. A música que escolhi é uma das que mais adoro deles. Tanto pela letra (que no caso deles é quase regra que boas músicas tenham letras meio ruinzinhas) como pelo clipe e a sonoridade da música. Apareceu no álbum deles chamado, singelamente, de F.U.C.K. (For Unlawful Carnal Knowledge). Foi a primeira que fiz questão de ouvir quando comprei o CD. E é uma das únicas que não me canso de escutar até hoje. O piano é sensacional.
Letra:
Don't wanna wait 'til tomorrow
Why put it off another day?
One by one, little problems
Build up, and stand in our way. Oh
One step ahead, one step behind it
Now ya gotta run to get even
Make future plans I'll dream about yesterday, hey!
Come on turn, turn this thing around
(Right now) Hey! It's your tomorrow
(Right now) Come on, it's everything
(Right now) Catch your magic moment
Do it right here and now
It means everything
Miss a beat, you lose a rhythm
An nothin' falls into place. No!
Only missed by a fraction
Slipped a little off your pace. Oh!
The more things you get, the more you want
Just trade in one for another
Workin' so hard to make it easy
Whoa, got to turn. Come on, turn this thing around
(Right now) Hey, it's your tomorrow
(Right now) Come on, it's everything
(Right now) catch that magic moment
Do it right here and now
It means everything
Said a lie to me
Right now
What are ya waitin' for? Oh! Yeah!
Right now
(Guitar Solo)
(Right now) Hey! It's your tomorrow
(Right now) Come on, it's everything
(Right now) Catch that magic moment
And do it right, right now (Right now)
Oh, right now!
It's what's happening
Right here and now
Right now, it's right now
Oh!
Tell me, what are ya waitin' for?
Turn this thing around
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